Agradecemos sua visita e informamos que estamos inativos por tempo indeterminado.

Acesse nossos arquivos no menu ou nos links laterais.

















Mostrando postagens com marcador outros estados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador outros estados. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Idas: Caravana para Bienal de SP / 2010

"Queridos aventureiros,

É chegada a hora de uma super aventura com o Idas Cultural, bora?
Realize sua pré-inscrição para nossa próxima caravana por meio do link:
Depois de inscrito, você receberá via email os dados para o depósito em Conta POUPANÇA.
Assim que fizer o pagamento, envie o comprovante para este email e aguarde a confirmação da sua vaga.
Estaremos em São Paulo no mesmo fim de semana que vai acontecer o festival Planeta Terra [ http://musica.terra.com.br/planetaterra/2010 ] você não pode perder esse mega festival!
Corra pois temos poucas vagas!

Seguem os dados desta caravana:
Dia da ida: 18 de novembro (quinta-feira, à noite)
Dia da chegada: 22 de novembro (segunda-feira pela manhã)
Valor: R$ 380,00 - O valor inclui ônibus ida e volta para São Paulo e duas estadas no Hotel Formule 1 - Jardins ou outro igual/superior com café da manhã.
Ônibus doble deck da empresa Michelon"

.idas cultural.
turismo meio intelectual
http://idascultural.blogspot.com/
Beatriz Barmell & Carolina Barmell & Elisa Matos 
61 9133.7317         61 9252.4005      61 8446.7266 

sábado, 3 de julho de 2010

Inscrições para o Programa de exposições do MAG 2010-2011

O Museu de Arte de Goiânia informa que estão abertas as inscrições para o Programa de Exposições de 2011.
As inscrições são abertas a todos os artistas e grupos de artistas brasileiros e estrangeiros para exposições individuais e coletivas



O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis para download aqui.

Para mais informações:
Museu de Arte de Goiânia
(+55) (62) 3524 1189
Rua 1 nº 605, Bosque dos Buritis - Setor Oeste. Goiânia - Goiás - Brasil Cep.: 74115-040
http://museugoiania.blogspot.com
http://www.facebook.com/museugoiania
http://www.twitter.com/museugoiania

sexta-feira, 26 de março de 2010

Convocatória da exposição “Caixas pretas sobre cubo branco”, do grupo Amplexo.

Gostaríamos de convidá-lo(a) para participar da exposição “Caixas pretas sobre cubo branco”, uma instalação/instauração/exposição que será realizada no IAC - Instituto de Arte Contemporânea - Centro Cultural Benfica Recife-PE, no período de 12 de julho a 13 de agosto de 2010, que consiste em expor latinhas de metal nas quais serão feitas interferências pelos artistas integrantes do grupo Amplexo e demais artistas convidados.

As latinhas serão dispostas dentro e fora do espaço expositivo numa ampliação de territórios provocando ruídos e interferências num dialogo onde o espectador se torna ativo no processo com uma recolocação significativa do sujeito frente a obra de arte.

As latinhas devem ser utilisadas na realização da obra, de forma livre, de acordo com a concepção artística de cada artista. Este poderá utilizar 05 latinhas de aproximadamente 6 cm de diâmetro, para a realização do trabalho.

O prazo limite para recebimento dos trabalhos pelo Grupo Amplexo será:
30 de maio de 2010 para os artistas estrangeiros
11 de junho de 2010 para os brasileiros

Junto com o trabalho deverá ser enviado um currículo resumido do(a) artista e um pequeno texto sobre o referencial teórico no qual o trabalho foi baseado.

Deverá ser encaminhada uma autorização para exposição do trabalho (por escrito ou por correio eletrônico).

Em Recife, as latinhas poderão ser adquiridas na loja irmãos Haluli. Rua Santa Rita,

216/220/224 - São José - Recife/PE CEP: 50020-320.fone:(81)2128.4444

Para visualizar as latinhas ANTES e DEPOIS das interferências artísticas acesse o site: amplexo2010.blogspot.com.

Contatos também poderão ser feitos através do e-mail:
amplexo2010@gmail.com.

Abertura: 12/07/2010 Hora: a confirmar
Local da exposição: IAC - Instituto de Arte Contemporânea - Centro Cultural Benfica,
Rua Benfica, 157 - Madalena .
Horário de Funcionamento: a confirmar
Informações: 3227.0657

Contamos com sua participação!
Cordialmente,

Grupo Amplexo.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Ser Possível

Detalhe de painel da cidade de São Paulo, 2008. #carolinabarmell

A dupla de artistas Gustavo e Otávio Pandolfo, considera-se quase brasiliense. Na cidade desde 12 de fevereiro, OSGÊMEOS contaram para o Dando Nome aos Bois que conheceram a cidade ainda quando criança por ocasião de uma viagem prêmio recebida em um concurso de desenho. Neste, os dois executaram, separadamente, o mesmo desenho e assim foram premiados com uma viagem à capital.

Desta vez o motivo de tão longa estadia é a gestação da exposição Vertigem. A palavra gestação não aparece em vão neste contexto; quem acompanha a rotina dos irmãos logo percebe que o trabalho é intrínseco às suas vidas e que a dedicação dos mesmos parte de uma bem estar em relação à produção artística na qual eles se propõem desenvolver. Boa parte da montagem da exposição tem o acompanhamento atento dos mesmos que, criando e modificando, delineiam a nova versão da mostra que recebeu o prêmio de melhor exposição do ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte em 2009.

O protecionismo dos irmãos em relação a seus trabalhos não se limita à exposições. Em conversa para o DNB, Gustavo revela que ambos têm muitos ciúmes dos desenhos e que alguns de seus trabalhos nunca terão valor possível de ser pago, pois o valor afetivo é bem maior. Além disso, há ainda outra esfera afetiva que envolve o aspecto profissional da dupla. Durante a montagem das exposições e em todo o processo relacionado às suas produções mais extensasm, envolvem-se pessoas que se fazem fundamentais para o bem estar dos artistas. Desde o irmão mais velho que conduz a montagem e a produção dos objetos, passando por amigos que colaboram nos detalhes e finalizações e outros que escrevem textos para seus catálogos, tudo isso é somado para tornar o ambiente de trabalho o mais agradável possível. Ambos são acostumados a ditarem os rumos de suas produções do começo ao fim e revelam que projetos verdadeiramente incríveis acontecem por acaso, citando a criação do cenário para a gravãção do DVD de Siba e a Fuloresta ou a pintura do centro criativo do palhaço russo Slava Polunin, na França.
Atelier d'OSGÊMEOS, São Paulo, 2008. #carolinabarmell

Sobre o processo criativo, Gustavo e Otávio, declaram-se apaixonados por imagens. Quaisquer que sejam. As obras se desenvolvem dentro de um universo estético próprio, resultado de um caminho de mais de 10 anos de criação. O fascínio por imagens - característico de artistas visuais - neste caso, se revela de forma clara e com grande amplitude. Não há disfarce em demonstrar referências de outros artistas, ditados populares e imagens cotidianas. A construção do trabalho também conta com a apropriação do improviso que os liberta para a experimentação de novas formas, cores e suportes. Em Vertigem veremos pintura sobre diversos suportes, objetos, instalações sonoras, painéis e um pouco desse universo muito particular, carinhosamente apelidado de Tritez.
Apesar de terem apresentado a mostra anteriormente, para eles, cada espaço agrega um tanto de suas características específicas. Os irmãos afirmam que cada cidade que visitam os recarrega de uma série de boas experiências e Brasília não poderia ser diferente. Em suma, 110m² abrigarão os pensamentos dos artistas paulistanos. O ambiente não nos revelará apenas jovens artistas em busca de respostas por meio da experimentação de diversos suportes, mas, acima de tudo, permitirá o encontro de muitas perguntas sobre possibilidades, sonhos e realidade.
Fachada externa da exposição Vertigem, CCBB Brasília, 2010. #carolinabarmell

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Documentário "Mudernage" de Marcela Borela



Estreiou ontem (19/02) na TV Cultura o documentário "Mudernage" de Marcela Borela.
O filme busca resgatar os traços de uma Modernidade goiana nas artes visuais por meio da fala de artistas que participaram desse cenário, bem como a possível reverberação dessa produção na geração posterior. O documentário propõe a realização por artistas contemporâneos locais de propostas baseadas nas obras dos artistas vinculados ao modernismo goiano. Os trabalhos realizados a partir da provocação de Borela apresentam-se de forma um pouco forçosa, pois tratam de forma literal alguns dos aspectos discutidos ao longo do filme. Apesar disso, o documentário é um importante registro e os trabalhos realizados a partir do convite acabam por constituir-se em uma homenagem aos artistas e ao momento histórico que o filme se propõe a resgatar.
Quem perdeu a estréia ontem em rede nacional ainda tem a chance de conferir uma das exibições a ser realizada em Goiânia.
confira aqui o teaser do filme.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Notas de viagem - III Simpósio de Arte Contemporânea do Paço das Artes - SP



O III Simpósio de Arte Contemporânea do Paço das Artes (SP) contou este ano com a presença da teórica Rosalind Krauss abrindo o evento no dia 25/10. Resolvi não focar este relato na cobertura do evento e em comentários que já foram constatados por quem acompanhou alguma coisa, mesmo de longe (como a participação pouco carismática de Krauss durante o debate), até porque a transmissão da mesa inaugural, bem como alguns relatos e outros materiais relativos ao evento encontram-se disponíveis no blog.

Porém, gostaria de chamar atenção para um ponto específico do evento: a fala de Paulo Viveiros na mesa intitulada Imagem, arte e poder realizada dia 26/10. Participavam também Tadeu Chiarelli, Miguel Chaia (debatedor) e Dora Mourão (mediadora da mesa).

Viveiros buscou questionar o poder das imagens na atualidade, sendo que, sua fala orientou-se para uma perspectiva histórica de como a imagem foi utilizada de diversas formas para atestar crenças e induzir a verdades. Entretanto a partir do impressionismo essa situação inverte-se. Como nos mostra Tânia Rivera, na passagem do séc. XIX para o XX a imagem perde seu estatuto de precisão visível e começa a formar-se justamente pelo movimento e pela incerteza do visível. (RIVERA In RIVERA; SAFATLE, 2006. P. 150).

Como reestabelecer, portanto, um vínculo de espiritualidade com as imagens sem incorrer nas imposições do passado? Para Viveiros é preciso buscar um fora-de-campo, que seria, para ele, o espaço da ficção, da imaginação. As imagens artísticas devem provocar um “silêncio desconfortável” e nos conduzir ao invisível. Lembrando que esse silêncio ao qual se refere não significa necessariamente uma falta ou um vazio formal que muitas vezes geram certo distanciamento. A meu ver, sua fala refere-se a uma contemplação demorada, à busca de estratégias que nos desloquem e propiciem uma reflexão que não se dê de forma tão imediata. As obras de artistas como Bill Violla, Godard, Jeff Nichols e Kelly Reichardt foram mencionadas por Viveiros por conterem, segundo ele, esse silêncio potencial capaz de nos resgatar da “urgência do instantâneo”.

Lembrando que, tal “resgate” dessa relação com as imagens também foi o ponto de partida estabelecido por Rosalind Krauss em sua fala, especificamente ao criticar a forma como as feiras de arte e outros eventos vêem sendo organizados atualmente, conduzindo o espectador a uma postura pouco atenta. Em contraposição, apresentou artistas como Christian Marclay, William Kentridge e Marcel Broodthaers que pensam a própria mídia (ou technical support, como prefere utilizar) e que se propõem a produzir para o cubo branco buscando novos limites de recepção para suas obras.

(O relato completo das mesas as quais me refiro pode ser conferido aqui).

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Notas de Viagem - 31o Panorama da Arte Brasileira MAM-SP

Acontece em SP até o dia 20 de dezembro mais um Panorama da Arte Brasileira no Mam. A curadoria desse ano é de Adriano Pedrosa que optou por trazer artistas estrangeiros influenciados pela cultura brasileira.

Não foi a primeira vez que artistas estrangeiros integram a mostra, entretanto, dessa vez a proposta foi mais radical, apresentando apenas uma artista brasileira que vive no exterior. Pedrosa coloca em cheque o próprio panorama, criado com o intuito de divulgar a arte nacional, questionando a partir disso a noção de identidade e revisitando o debate que nossos modernistas iniciaram em 22. Porém, indo um pouco além, apresenta a arte brasileira não mais como receptora de influencias, mas como ela vem sendo “canibalizada” (nas próprias palavras do curador). O título da mostra Mamõyguara opá mamõ pupé adotado a partir do trabalho de Fulvia Carnevale e James Thornhill quer dizer “estrangeiros em todo lugar” em tupi antigo e acaba por sugerir também nossa condição de estrangeiros em nosso próprio país.

Apesar do protesto negativo de vários artistas que argumentam que questões relativas à nacionalidade deveriam estar superadas ou tornarem-se ao menos segundo plano para critérios de seleção curatorial é inegável que a exposição tem um resultado instigante, o que demonstra certa coerência e atualidade em dar continuidade ao debate da maneira apresentada. A maioria dos trabalhos parece confluir para uma abstração geométrica que revisita questões concretistas e neoconcretistas e é evidente que a seleção dos artistas tem esse como um dos principais pontos de partida.

Inevitável pra mim pensar na noção de forma difícil de Rodrigo Naves, já que venho recentemente tendo um contato mais aprofundado com seus escritos. No caso, não exatamente pela relutância em estruturar fortemente os trabalhos e por uma delicadeza da qual Naves nos fala, que parece presente em algumas propostas, mas que seria difícil de definir em relação à produção atual. Mas, principalmente, por privilegiar esse olhar estrangeiro que parece captar uma nuance específica que em certa medida nos escapa devido a uma proximidade excessiva e pelo desejo, por vezes forçoso, de buscar uma definição.

Chamo atenção também para uma besteira que eu adorei: a solução prática de colocar simpáticos bloquinhos de papel jornal com textos destacáveis sobre as propostas/artistas ao lado de cada trabalho. Não é nenhuma novidade e com certeza algumas pessoas iam odiar a falta de glamour do bloquinho, mas eu que já tenho uma queda por uma tosqueirinha sutil achei ótimo. E graças aos bloquinhos trouxe pra quem tiver interesse alguns dos artistas que me chamaram atenção.

(nem todas as imagens abaixo são referentes aos trabalhos da mostra, ao clicar elas conduzem a links para conhecer um pouco de outros trabalhos desses artistas)


Mateo Lopez, Simon Evans, Jorge Macchi
Juan Perez Aguirregoikoa, Luisa Lambri, Marjetica Potrc


Damián Ortega, Runo Lagomarsino e Julião Sarmento

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fundação Iberê Camargo: revista digital

Este mês na revista digital da Fundação Iberê Camargo foi publicada uma entrevista com Cildo Meireles. Vale a pena conferí-la e visualizar os vídeos recentemente realizados sobre o artista por conta de sua exposição retrospectiva na Tate Modern (Londres): o primeiro traz trechos do documentário Cildo dirigido por Gustavo Moura e lançado nos últimos dias da exposição e o outro constitui um registro das obras em exposição.
Cildo Meireles é um dos artistas que integra a exposição "Desenho das idéias" na 7o Bienal do Mercosul em Porto Alegre.
Vale ressaltar na mesma edição da revista a reportagem com Marcelo Solá, artista selecionado para o ateliê de gravura pela bolsa Iberê Camargo deste ano. Para conferir os demais contemplados clique aqui